Reflexões do mês - Adoção de animais

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Estava pensando sobre qual assunto escrever e lembrei de algo que me alegra sempre que estou em um momento de desânimo: meus cães. A alegria de um bichinho, seus rabinhos balançantes e seu jeito meigo de nos olhar derrete  até o coração mais frio e traz felicidade mesmo em períodos difíceis. Um cachorro não se importa se seu dono é rico, famoso ou poderoso, tudo que ele quer é carinho, atenção e um prato de comida.

Por isso pensei em fazer um post para incentivar que as pessoas adotem esses seres maravilhosos que Deus colocou no mundo para nos fazer companhia e muitas vezes as pessoas abandonam diante da primeira adversidade. Carrapatos, doenças de pele, qualquer coisinha pode servir de desculpa para as pessoas sem paciência se livrarem de seus animais.

Entretanto existem outras pessoas de bem que acolhem, recuperam e dispõe os animais para adoção. Aqui no RJ existe a SUIPA que faz um fantástico trabalho não só recolhendo cães e gatos como providenciando tratamento para outros animais como cavalos e animias de carga em geral. A facilidade da internet também proporciona que existam sites especializados em noticiar animis para adoção, de uma forma semelhante aos classificados para que se possa escolher um bichinho de acordo com o porte, idade, etc

Alguns sites para adoção:

 

http://www.suipa.org.br/

 http://www.adotarcachorro.com.br/thumbnails-53.html

 http://adoteumpeludorj.blogspot.com.br/

 Site especíalizado em adoção de felinos.

 

sábado 31 março 2012 15:24 , em Reflexões


Exemplo do mês: Robinson Shiba, o criador do China In Box

O exemplo desse mês é de um pessoa criativa e esforçada que apesar de ser oriunda da classe média não se contentou com seu provável destino e superou suas expectativas. O empresário Robinson Shiba idealizou o modelo de negócio da maior rede de fast food de comida chinesa no Brasil enquanto entregava pizzas e lavava pratos nos Estado Unidos. É um exemplo de luta, superação e de reconhecimento dos próprios erros. Humilde, ele admite sua falha na internacionalização da marca China In Box em uma primeira tentativa na Argentina, contudo não desistiu e já obteve um grande sucesso também no México.

Abaixo repassamos uma entrevista dada por ele ao Jornal Carreira e Sucesso do Grupo Catho:


 


* Renata Dias

Blog de noticiasdobem : Notícias do Bem, Exemplo do mês: Robinson Shiba, o criador do China In BoxRobinson Shiba se formou em Odontologia. Mas ele não se contentou com a rotina do consultório. Ainda na graduação, ele identificou uma oportunidade de negócio em uma viagem aos Estados Unidos. Chegou a trabalhar como dentista durante dois anos. Mas a vontade de ter o seu próprio negócio falou mais alto. A idéia de Shiba, que era comum nos Estados Unidos, se tranformou em novidade no Brasil: a comida chinesa na caixinha.

Aquela viagem foi realmente proveitosa. Hoje, o China in Box conta com 2.500 funcionários e tem 121 franquias, inclusive no México. A idéia, no ano que vem, é entrar no mercado europeu. A missão da empresa - ser a maior e melhor rede delivery de comida chinesa do mundo - parece estar se concretizando.

Para contar essa história de sucesso, a reportagem do Carreira & Sucesso conversou com Robinson Shiba, presidente e fundador do China in Box. Confira:


Carreira & Sucesso: Você fez Odontologia. Por que essa opção?

Robinson Shiba: Acho que escolhi essa profissão principalmente por causa do meu pai. Ele também é dentista. Naquela época, eu não tinha nenhuma idéia do que iria fazer, mas eu sempre gostei da área de biológicas. Eu estudei no Colégio Bandeirantes e lá eles dividiam as turmas em biológicas, exatas e humanas. Eu escolhi biológicas... Eu era bom em biologia.

C&S: Chegou a exercer a odontologia?

RS: Exerci. Trabalhei dois anos e meio como dentista. Cheguei a ter três consultórios em São Paulo. Eu atendia a periferia, a comunidade carente. Sabe como é... Ninguém quer ser atendido por um recém-formado (risos). É engraçado isso. Eu tentei atender os pacientes do meu pai, mas ninguém queria ser atendido por mim.

C&S: Você passou um período nos Estados Unidos. Como foi a sua estadia lá?

RS: Eu tranquei a matrícula na faculdade e fiquei um ano fora. Eu fui para os Estados Unidos para adquirir experiência de vida mesmo. Trabalhei como entregador de pizzas. A idéia era juntar um pouco de dinheiro e mudar para outra cidade, para conhecer todo o país. Eu fui com um amigo. A princípio, iríamos ficar só dois meses, mas como conseguimos um emprego, resolvemos ficar mais.

C&S: E foi proveitoso?

RS: Extremamente. Foi lá que tive o primeiro contato com a comida chinesa na caixinha. Era muito comum nos Estados Unidos, principalmente na costa Oeste do país. Até nos filmes, os atores comiam comida chinesa na caixinha. Isso ficou na minha cabeça. Eu e meu amigo identificamos a oportunidade de trazer essa idéia para o Brasil. Mas quando voltamos para cá, seguimos caminhos diferentes. Terminamos a faculdade, trabalhamos... A idéia se perdeu. Só para o meu amigo. Não para mim. Eu sempre quis montar um negócio próprio. Sempre tive esse espírito empreendedor, assim como o meu pai.

C&S: Seu pai também tinha um negócio próprio?

RS: Ele clinicava e tinha uma loja de materiais de construção. Então, assim como ele, eu sempre achei que eu deveria ter um negócio paralelo à odontologia. A profissão de dentista é cruel, assim como qualquer outro profissional liberal. Se você sai de férias, você não ganha. E ainda gasta, o que é pior! Se fica doente, não ganha. O interessante é que você consegue conciliar a odontologia com o seu negócio próprio. Você faz o seu horário.

C&S: E quando resolveu investir no seu negócio próprio?

RS: Em 1992. Pretendia montar o China in Box em 1990, mas nesse ano teve o Plano Collor, que confiscou os bens de todo mundo... Então, em 1992 fundei o China In Box. Convenci meu pai a investir comigo.

C&S: Mas antes você estudou o mercado?

RS: Sim, e muito. Identificamos que 70% dos consumidores eram ocidentais. Tinha uma demanda muito grande de pessoas que pediam por telefone, de pessoas que iam buscar no balcão. A primeira loja do China In Box foi aberta em Moema, zona Sul de São Paulo. Por que Moema? É uma região que tem muitos prédios, ou seja, muita gente concentrada. A gente tinha que escolher um bairro vertical, o raio tinha que ser pequeno, já que iríamos trabalhar com entrega. Nesse período, a gente conseguiu coletar os principais conceitos que estão no China in Box até hoje: cozinha à mostra, folheto com fotos... Identificamos o preconceito que as pessoas têm da culinária chinesa com higiene e limpeza, por isso a cozinha à mostra. A gente identificou a embalagem. Não existia embalagem em caixinha. Enfim, foram estudos muito importantes para o sucesso do negócio.

C&S: Quem te ajudou? Só o seu pai?

RS: Não. Muitas pessoas ajudaram. A verba não era muito grande, então comecei a procurar amigos: o arquiteto, o cara da embalagem, o gráfico, o designer que criou o logotipo... Eu me cerquei de amigos para montar a primeira unidade. E dentre essas pessoas, algumas ainda estão comigo. O cozinheiro, por exemplo, acreditou no China In Box. Hoje ele é franqueado e tem quatro unidades da loja em São Paulo. Crescemos juntos. Meu pai também me ajudou muito, inclusive financeiramente. Eu vendi meus três consultórios. Apostei tudo nessa idéia, que felizmente deu certo.

C&S: Então, desistiu completamente da odontologia?

RS: Eu consegui conciliar os três primeiros meses. Depois a demanda do China in Box começou a ficar muito grande e tive que abandonar a carreira de dentista.

C&S: Quando você começou com as franquias?

RS: De 1993 a 1994 eu comecei a formatar como seria o sistema de franquias. Eu contratei uma consultoria para formatar e me fazer entender o que seria uma franquia. Nesse período de estudo, abri outras lojas com alguns amigos, mas ainda não era franquia. Não tinha treinamentos, regras, padrões formatados. Começamos com as franquias somente em 1994.

C&S: E quem se interessava, na época, em ser um franqueado do China in Box?

RS: Quando eu tinha a primeira loja do China in Box as pessoas perguntavam se aquilo era uma franquia porque tinha uma demanda muito grande. Os próprios clientes iam atrás para saber como ser um franqueado. Então, eu vi essa oportunidade e fui padronizar o conceito China in Box para poder multiplicar. Em 1994 já tinha seis lojas. Nesse mesmo ano eu vendi 35 franquias. Foi o boom. O negócio cresceu rápido. Hoje estamos com 121 franquias. Estamos em todos os Estados, menos em regiões como Acre e Tocantins.

C&S: Chegou a passar pela sua cabeça que essa idéia não daria certo no Brasil, uma vez que você estava se inspirando em um modelo norte-americano?

RS: Nos primeiros meses foi complicado. Ninguém sabia o que era China in Box. Passei por maus momentos. Depois, a gente superou. Não cheguei a pensar em desistir, mas fiquei bastante apavorado. Depois, começou a caminhar. Tinha dia que ninguém fazia pedido... Entreguei muito folhetinho na casa das pessoas, até elas entenderem o que era o meu negócio.

C&S: E qual população que mais gosta de comida chinesa?

RS: Eu vendo bem em todos os Estados, mas a loja recordista é a do Amazonas.

C&S: Alguma explicação para isso?

RS: Acho que é um lugar onde não tem muitas opções (risos). Eles comem muita comida chinesa lá. Engraçado, não é?

C&S: Quem acreditou na sua idéia?

RS: A maioria das pessoas achava que era loucura. Quem acreditava mesmo era eu e meu pai. Ele foi a única pessoa que me incentivou dizendo pra investir, pois o negócio teria retorno.

C&S: E ele ainda tem a loja de materiais de construção?

RS: Antes de eu fundar o China in Box, ele já tinha fechado a loja dele. Meu pai me ajuda aqui ainda. Faz um ano que ele parou de clinicar.

C&S: E você? Tem vontade de voltar ao consultório?

RS: Tenho sim. Mas como um hobbie, não como uma profissão. Para dar uma descansada na cabeça. Fico direto aqui. São 2.500 funcionários diretos. Olha o que virou! No começo era eu, meu pai, minha irmã e meu cozinheiro, que agora tem quatro franquias!

C&S: É difícil concorrer com a pizza nos finais de semana?

RS: Domingo à noite é imbatível. Todo mundo quer comer pizza. Agora, sábado à noite a gente ganha. A inserção da mulher no mercado de trabalho ajudou muito a gente. As mulheres quando voltam para casa não querem cozinhar. Querem China in Box! Isso mudou 100% o nosso negócio. Tem muito pedido durante a semana, principalmente à noite. No almoço atendemos mais as empresas.

C&S: Já pensou em abrir restaurantes, em vez de investir prioritariamente em delivery? Por que essa opção?

RS: A maioria das lojas no interior tem mesas. Agora, as próximas unidades que vão ser abertas em cidades pequenas vão ter mesa. No interior, existe o hábito de sair, não tem tanta violência, não tem que pagar estacionamento, não tem flanelinha. Então, eles saem, passam um momento agradável e voltam para casa. Em cidades maiores, o delivery tem grande aceitação por conta da violência, do trânsito...

C&S: A entrada no mercado mexicano. Como foi?

SB: A minha primeira incursão no exterior não foi no México... Foi na Argentina. Foi em 1998. Desde que a gente começou a franquear a nossa missão é: ser a maior e melhor rede de comida chinesa delivery do mundo. Então, para conseguir alcançar essa missão tivemos que ir para o mercado externo. Mas aí, nós cometemos alguns erros. A gente não analisou a situação econômica do país, a paridade de um peso um dólar, a gente não identificou que era uma loucura, que iria flutuar o câmbio mais tarde. Fomos na onda do Mercosul e na vontade de ter uma unidade fora. Montamos uma operação que nunca tínhamos feito no Brasil, que era uma operação de restaurante. Lá, na Argentina, tínhamos um restaurante e fazíamos delivery. Era uma operação que não tínhamos experiência. Resultado: fechamos em 2001. O principal motivo foi a situação do país. Todos os funcionários eram brasileiros, não tínhamos parceiros argentinos... Então, analisamos tudo o que tínhamos feito de errado na Argentina e não repetimos no México.

C&S: E como foi a chegada ao México?

RS: Ficamos um ano e meio no México estudando o país. Contratamos uma empresa de pesquisa para analisar a situação econômica e política do México. Em 2002, a gente inaugurou a loja. Conseguimos um parceiro mexicano, treinamos uma equipe local, toda a mão-de-obra é local. Hoje nós estamos com quatro unidades no México. Está crescendo bastante lá também. Não existe concorrência, assim como quando lançamos no Brasil.

C&S: E como está a concorrência no Brasil?

RS: Hoje temos 370 concorrentes diretos no Brasil. A maioria é tudo pequena, mas é terrível porque você não consegue nem enxergá-la. Não dá nem para estudar como eles se movimentam. A gente sabe que isso vai acontecer no México também. É a tendência. O segredo é penetrar no território antes, levantar bandeira, levar os nosso conceitos. A primeira imagem é a que fica.

C&S: O futuro do China in Box...

SB: Eu pretendo ter aproximadamente 60 unidades num prazo de quatro anos no México. E no ano que vem eu quero abrir uma loja na Europa: Inglaterra ou Portugal. Já estamos estudando. No Brasil eu vou conforme a economia. Não tenho mais pressa de crescer aqui, cresço bastante embasado, praticamente com os mesmos franqueados da rede.

C&S: Acredita que por ser jovem enfrentou muitas dificuldades ao fundar o China in Box?

SB: E tinha 25 anos. Eu tive apoio do meu pai, então nunca precisei de financiamento bancário. Se precisasse dificilmente iria ter, pois não tinha histórico, não tinha cadastro. A princípio, eu acredito que a pouca idade tenha me ajudado pela energia... Tive que ficar horas sem dormir trabalhando. Trabalhei muito. Obviamente que quando eu me sentava com algum fornecedor, ele não dava crédito por eu ser muito novo, mas acho que no geral a pouca idade me ajudou bastante. Dependendo de como você utiliza a sua juventude, é positivo ter pouca idade.

C&S: Ainda trabalha muito?

SB: Agora a responsabilidade é maior e o físico é menor. Então, é mais mental. Hoje, tenho uma equipe bastante grande.

C&S: A que credita o sucesso do China in Box?

SB: Aos meus amigos. Eles me ajudaram muito no começo. Eu me cerquei de bons amigos que me ajudaram muito, e, obviamente, eles cresceram junto comigo. Então, eu acho que tive muita sorte de ter bons amigos, boas pessoas. Não peguei nenhuma pessoa que queria se aproveitar, de má-fé. O sucesso do China in Box também se deve a minha esposa, a minha família. Quando fundei o China in Box eu já era casado.

C&S: Onde, quando e com quem foi o seu maior aprendizado?

SB: Eu acho que o fato de eu ter crescido no fundo de uma loja de materiais de construção foi muito bom. Eu cresci no meio do comércio, do varejo. Então eu via as pessoas atendendo os clientes, todo aquele processo de varejo. Eu uso esse aprendizado no meu dia-a-dia. Você tem que ser sempre um vendedor, um vendedor de idéias, de sonhos. Você tem que saber vender as suas idéia para a equipe para que ela trabalhe por isso.

C&S: Seu pai era um bom vendedor de idéias?

RS: Meu pai ficava mais na parte de contabilidade. Quem era muito bom nisso era meu avô. Ele era um ótimo vendedor. Provavelmente, eu puxei pra ele.

C&S: Erros cometidos e o que aprendeu com eles?

RS: Os erros foram muitos... Você aprende que não é o senhor da verdade. Foi mais ou menos o que aconteceu na Argentina. Achamos que iríamos abafar na Argentina e aprendemos, ao fechar a loja, que é fundamental estudar o mercado, fechar parcerias locais, entre outros detalhes. Você achar que não depende de nada é o princípio do fim.

C&S: Você se considera um profissional ambicioso?

RS: Sim, a nossa missão é bem ambiciosa: ser a maior e melhor rede delivery de comida chinesa do mundo. Obviamente que respeitamos os valores básicos como ética. A ambição não faz mal a ninguém, desde que se respeite alguns valores.

C&S: E competitivo?

RS: Também. Eu sou muito competitivo. Odeio perder. Até no par ou impar (risos). Eu fico bravo e quero correr imediatamente atrás do prejuízo, entender o motivo de ter perdido e melhorar. Não desisto nunca. Fico chateado, mas vou tentar até ganhar.

C&S: Qual a sua maior competência?

RS: Delegar. Não sou uma pessoa centralizadora. E tenho indicadores para dizer se os objetivos estão sendo cumpridos. Eu gosto de dividir sempre, é uma particularidade minha. Gosto de premiar aqueles que me acompanham. Isso é fundamental para a empresa. A partir do momento que você não divide, não vai para frente. Qualquer ser humano quer crescer na vida, e se você impedir ou podar isso ele vai sair da empresa e procurar um lugar onde encontre o crescimento pessoal e profissional. O segredo é: delegue, cobre e premie.

C&S: E a sua maior deficiência? O que faz para que isso melhore?

RS: Eu sou muito bonzinho, confio demais nas pessoas. Até que ela prove ao contrário. Já sofri muito por causa disso. Porém, continuo tendo essa deficiência. Eu parto do princípio que a pessoa tem uma boa índole. Felizmente, uma minoria não tem. A maioria tem. Isso é impossível melhorar. Eu prefiro continuar acreditando nas pessoas. Não quero morrer de gastrite, duvidando de todo mundo.

C&S: Nasceu líder ou aprendeu a liderar?

RS: Eu acho que a pessoa nasce empreendedora, com uma facilidade muito grande de ser vendedora. Acho que o verdadeiro líder sabe vender bem suas idéias, não tem vergonha. A grande característica do líder é não ter vergonha de se expressar em público. Eu nunca tive vergonha, desde pequeno. Não tenho vergonha de falar com pessoas mais velhas, mais novas, mais ricas, mais pobres. Eu consigo me comunicar bem com qualquer nível. Uma boa comunicação é fundamental. Um bom líder consegue se comunicar com todos.

C&S: A importância da família em sua vida profissional...

RS: Fundamental.

C&S: Consegue equilibrar família e vida profissional?

RS: Consigo. Isso é um ponto positivo em meu perfil. Minha esposa, meu pai e minha irmã trabalham comigo. Todo mundo está junto e o mais importante é que nós temos a ciência que dentro da empresa nós somos funcionários. Aqui dentro eu sou o presidente e eles são os subordinados; dentro da empresa meu pai é meu subordinado. Fora, é diferente. Eu tive filho com 22 anos. Eu ainda era dentista. Quando ele fez dois anos e meio, eu fundei o China in Box. Aí foi difícil. Minha esposa ainda não trabalhava comigo e aí começaram os ruídos. Tinha dia que eu tinha que trabalhar à noite. Então, eu a convidei a trabalhar comigo. Aí, ela entendeu o motivo de eu chegar tarde do trabalho e começou a voltar comigo (risos). Ela entendeu como era o ritmo do negócio. Mas hoje eu não abro mão dos meus fins de semana, consigo voltar mais cedo pra casa. Depois que eu criei a estrutura, consigo administrar o tempo, delegando mais.

C&S: Quais as suas prioridades daqui para frente?

RS: Expansão. Hoje estamos focados em expandir a marca para outros países, e, obviamente, cuidando do Brasil, olhando os indicadores, a qualidade do atendimento etc.

C&S: Qual o grande diferencial da sua marca?

RS: São 2.500 funcionários pensando em China in Box. Tem muita gente pensando em como melhorar nosso produto. Eu escuto as opiniões deles todos dias. Yakisoba todo mundo vende. Mas nem todo mundo sabe a melhor maneira de vender o produto. Aqui, nós estamos estudando a cada dia para melhorar o atendimento.


*

Renata Dias é jornalista do Grupo Catho. Tel.: (11) 3177-0700, ramal 351.



Fonte:

http://www.catho.com.br/jcs/inputer_view.phtml?id=7009

  

 

terça 20 março 2012 11:35 , em Exemplos


Música do Mês de Fevereiro de 2012- We are the Champions - Queen

Essa é uma música muito especial, para todos que passam por dificuldades e conseguem se superar: aqueles que lutam até o fim.

We Are The Champions

I've paid my dues

Time after time

I've done my sentence

But committed no crime

And bad mistakes

I've made a few

I've had my share of sand

Kicked in my face

But I've come through

And we mean I to go on and on and on and on

We are the champions, my friends

And we'll keep on fighting

'Till the end

We are the champions

We are the champions

No time for losers

'Cause we are the champions of the world

I've taken my bows

And my curtain calls

You brought me fame and fortune

And everything that goes with it

I thank you all

But it's been no bed of roses

No pleasure cruise

I consider it a challenge before

The whole human race

And I ain't gonna lose

And we mean I to go on and on and on and on

We are the champions, my friends

And we'll keep on fighting

'Till the end

We are the champions

We are the champions

No time for losers

'Cause we are the champions of the world

We are the champions, my friends

And we'll keep on fighting

'Till the end

We are the champions

We are the champions

No time for losers

'Cause we are the champions

Nós Somos Os Campeões

Eu paguei minhas dividas

Pouco a pouco

Eu completei minha sentença

Mas não cometi nenhum crime

E erros sérios

Cometi poucos

Eu tive meu pouco de areia

Atirada sobre a minha face

Mas eu sobrevivi

E nós pretendemos continuar e continuar e continuar

Nós somos os campeões - meus amigos

E nós continuaremos lutando

Até o fim

Nós somos os campeões

Nós somos os campeões

Não tem vez pra perdedores

Pois nós somos os campeões do mundo

Eu tenho feito minhas reverências

E atendido as chamadas do palco

Vocês me trouxeram fama e fortuna

E tudo que vem com isso

Eu agradeço à todos vocês

Mas isto não tem sido nenhum canteiro de rosas

Nenhuma viagem de prazeres

Eu considero isso um desafio

Diante de toda a raça humana

E não irei fracassar

E nós pretendemos continuar e continuar e continuar

Nós somos os campeões - meus amigos

E nós continuaremos lutando

Até o fim

Nós somos os campeões

Nós somos os campeões

Não tem vez pra perdedores

Pois nós somos os campeões do mundo

Nós somos os campeões - meus amigos

E nós continuaremos lutando

Até o fim

Nós somos os campeões

Nós somos os campeões

Não tem vez pra perdedores

Pois nós somos os campeões

segunda 27 fevereiro 2012 14:36 , em Músicas


Agenda Cultural Gratuita de Fev/2012 - Blocos do RJ

Blog de noticiasdobem :Notícias do Bem, Agenda Cultural Gratuita de Fev/2012 - Blocos do RJ

Depois de um mês praticamente sem postar por causa das férias, o blog retorna com uma agenda mais popular: os blocos de carnaval na cidade do RJ. Boa diversão.

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DATA

NOME DO BLOCO

BAIRRO

INÍCIO

FINAL

15/2/2012

Regula mas libera

Centro

20h

23h

16/2/2012

Mamelúdicos Eufóricos e outros Interofóbicos Frenéticos

Botafogo

19h

22h

16/2/2012

Cobra Sarada

Laranjeiras

18h

20h

16/2/2012

Banda da Rua do Mercado

Centro

19h

24h

16/2/2012

Blocos dus impussivi

Centro

20h

22h

16/2/2012

É pequeno, mas vai crescer

Centro

20h

24h

16/2/2012

Espera, espera mas não sai

Centro

17h

23h

16/2/2012

Libertos do Arquivo

Centro

19h

21h

16/2/2012

Badalo de Santa Teresa

Santa Teresa

20h

24h

17/2/2012

Perereka sem dono

Botafogo

20h

22h

17/2/2012

Senta que eu empurro

Catete

20h

22h

17/2/2012

Banda do Lido

Copacabana

19h

22h

17/2/2012

Rola Preguiçosa tarda mas não falha

Ipanema

21h

23h

17/2/2012

Vem ni mim que sou facinha

Ipanema

18h

22h

17/2/2012

Bloco Virtual

Leme

18h

22h

17/2/2012

Ai, que Cimento!

São Conrado

20h

22h

17/2/2012

Banda do Castelo

Centro

16h

22h

17/2/2012

Bloco dos Aposentados

Centro

17h

19h

17/2/2012

Boca que Fala

Centro

19h

21h

17/2/2012

Embaixadores da Folia

Centro

20h

24h

17/2/2012

Escorrega na baba do quiabo

Centro

17h

23h

17/2/2012

Molha o pé das 8

Centro

20h

22h

17/2/2012

Vestiu uma camisinha listrada e saiu por aí

Centro

19h

22h

17/2/2012

Boêmios da Lapa

Lapa

20h

22h

17/2/2012

Carmelitas

Santa Teresa

15h

19h

18/2/2012

Barbas

Botafogo

15h

19h

18/2/2012

Dois pra lá, dois pra cá

Botafogo

10h

14h

18/2/2012

Pinta mas não borra

Botafogo

17h

20h

18/2/2012

Rebarbas

Botafogo

17h

21h

18/2/2012

Toco-Xona

Botafogo

17h

21h

18/2/2012

Amigos do Catete

Catete

18h

22h

18/2/2012

Vem sambar comigo

Catete

14h

18h

18/2/2012

Banda Atlântica

Copacabana

18h

22h

18/2/2012

Banda Clube Nobre do Bairro Peixoto

Copacabana

15h

18h

18/2/2012

Banda da Bolívar

Copacabana

18h

22h

18/2/2012

Banda da Santa Clara

Copacabana

18h

22h

18/2/2012

Banda do Bairro Peixoto

Copacabana

16h

20h

18/2/2012

Banda Sá Ferreira

Copacabana

18h

21h

18/2/2012

Cabeça de Chave

Copacabana

18h

22h

18/2/2012

Empolga às 9

Copacabana

11h

15h

18/2/2012

Fogo na cueca

Copacabana

14h

18h

18/2/2012

Galo da Santa Clara

Copacabana

14h

18h

18/2/2012

Harmonia de Copacabana

Copacabana

15h

19h

18/2/2012

O Remédio é o samba

Copacabana

17h

19h

18/2/2012

Os Imóveis

Copacabana

16h

20h

18/2/2012

Os Móveis

Copacabana

15h

19h

18/2/2012

Ulalá Balancê

Copacabana

15h

18h

18/2/2012

Estica do Flamengo

Flamengo

19h

22h

18/2/2012

Escangalha!

Gávea

11h

15h

18/2/2012

Sassaricando

Glória

15h

19h

18/2/2012

Banda de Ipanema

Ipanema

18h

22h

18/2/2012

De Palhaço e louco todo mundo tem um pouco

Laranjeiras

18h

20h

18/2/2012

Azeitona sem caroço

Leblon

15h

19h

18/2/2012

Alvorada dos Embaixadores da Folia

Centro

8h

10h

18/2/2012

Cordão da Bola Preta

Centro

09:30h

15h

18/2/2012

Cordão do Prata Preta

Gamboa

17h

22h

18/2/2012

Bloco Show do Antonio Carlos

Glória

13h

16h

18/2/2012

Acadêmicos dos Arcos

Lapa

23h

02h

18/2/2012

Carioca da Gema

Lapa

17h

21h

18/2/2012

Multibloco

Lapa

12h

15h

18/2/2012

O Berro da Viúva

Lapa

14h

18h

18/2/2012

Pega pra sambar

Lapa

11h

18h

18/2/2012

Aconteceu

Santa Teresa

16h

22h

18/2/2012

Céu na Terra

Santa Teresa

9h

13h

18/2/2012

Giro do Arar

Recreio

16h

19h

19/2/2012

Bangalafumenga

Aterro do Flamengo

10h

15h

19/2/2012

Fanfarani

Botafogo

16h

20h

19/2/2012

Foliões de Botafogo

Botafogo

18h

22h

19/2/2012

Império da Folia

Catete

17h

21h

19/2/2012

Banda Atlântica

Copacabana

18h

22h

19/2/2012

Banda da Bolívar

Copacabana

18h

22h

19/2/2012

Banda da Santa Clara

Copacabana

18h

22h

19/2/2012

Banda Sá Ferreira

Copacabana

18h

21h

19/2/2012

Cabeça de Chave

Copacabana

18h

22h

19/2/2012

Choppinho da Paula Freitas

Copacabana

18h

22h

19/2/2012

Folia do Galo

Copacabana

16h

19h

19/2/2012

Gladiaddores de Copacabana

Copacabana

17h

19h

19/2/2012

Os Imóveis

Copacabana

16h

20h

19/2/2012

Os Móveis

Copacabana

15h

19h

19/2/2012

Cachorro Cansado

Flamengo

17h

21h

19/2/2012

Que Merda é Essa?!

Ipanema

16h

19h

19/2/2012

Simpatia é quase amor

Ipanema

16h

20h

19/2/2012

É do Pandeiro

Laranjeiras

16h

22h

19/2/2012

Laranjada Samba Clube

Laranjeiras

12h

16h

19/2/2012

Acadêmicos do Vidigal

Leblon

15h

18h

19/2/2012

Areia

Leblon

11h

15h

19/2/2012

Boca Seca

Leme

16h

20h

19/2/2012

Beijamim no escuro

Urca

15h

18h

19/2/2012

A nega endoidou

Centro

16h

20h

19/2/2012

Banda da Inválidos

Centro

18h

22h

19/2/2012

Blocos dus impussivi

Centro

15h

18h

19/2/2012

Cordão do Boitatá

Centro

9h

16h

19/2/2012

Toca Rauuulll!

Centro

16h

19h

19/2/2012

Dragões da Riachuelo

Lapa

15h

18h

19/2/2012

Bloco do Arranca

Barra da Tijuca

12h

16h

19/2/2012

Buda da Barra

Barra da Tijuca

12h

15h

19/2/2012

Segura no Semblante

Barra da Tijuca

11h

15h

19/2/2012

Alegria do Recreio

Recreio

16h

20h

19/2/2012

Batucada Radical

Recreio

16h

20h

19/2/2012

Buraco do Pau

Recreio

14h

16h

19/2/2012

Princesinha do Recreio

Recreio

17h

20h

19/2/2012

Pisa no Boi

Campo Grande

18h

22h

19/2/2012

Se tu fô eu vô

Campo Grande

17h

22h

20/2/2012

Sargento Pimenta e o Clube dos Corações Solitários

Aterro do Flamengo

14h

18h

20/2/2012

Bloco de Segunda

Botafogo

16h

20h

20/2/2012

Carvalho em Pé!

Botafogo

12h

14h

20/2/2012

Balança meu Catete

Catete

18h

22h

20/2/2012

Largo do machadinho, mas não largo do suquinho

Catete

10h

16h

20/2/2012

Afoxé Raizes Africanas

Copacabana

16h

19h

20/2/2012

Banda Atlântica

Copacabana

18h

22h

20/2/2012

Banda Clube Nobre do Bairro Peixoto

Copacabana

15h

18h

20/2/2012

Banda da Bolívar

Copacabana

18h

22h

20/2/2012

Banda da Santa Clara

Copacabana

18h

22h

20/2/2012

Banda Sá Ferreira

Copacabana

18h

21h

20/2/2012

Cabeça de Chave

Copacabana

18h

22h

20/2/2012

Choppinho da Paula Freitas

Copacabana

18h

22h

20/2/2012

Os Imóveis

Copacabana

16h

20h

20/2/2012

Os Móveis

Copacabana

15h

19h

20/2/2012

Estica do Flamengo

Flamengo

19h

22h

20/2/2012

Pede Passagem

Gávea

16h

20h

20/2/2012

Arteiros da Glória

Glória

17h

21h

20/2/2012

Afroreggae

Ipanema

16h

19h

20/2/2012

Pega Rex Social Clube

Ipanema

16h

20h

20/2/2012

Se não quiser me dar, me empresta

Ipanema

16h

19h

20/2/2012

Volta, Alice

Laranjeiras

9h

13h

20/2/2012

Corre Atrás

Leblon

9h

13h

20/2/2012

Império da Cruzada

Leblon

18h

22h

20/2/2012

Sobrinhos do Tio Bio

Leblon

13h

17h

20/2/2012

Cordão da Confraria do Peru Sadio

Leme

18h

21h

20/2/2012

Bloco Cru

Centro

17h

21h

20/2/2012

Bloco Teatral Filhos do Martins

Centro

15h

18h

20/2/2012

Embaixada das Caricatas

Centro

16h

20h

20/2/2012

Dragões da Riachuelo

Lapa

15h

18h

20/2/2012

Mão de Lata

Lapa

18h

22h

20/2/2012

Sem Noção

Lapa

14h

18h

20/2/2012

Aconteceu

Santa Teresa

16h

22h

20/2/2012

Banda do Riviera

Barra da Tijuca

15h

19h

20/2/2012

Afro Rio, custou mas saiu

Freguesia

16h

19h

21/2/2012

Orquestra Voadora

Aterro do Flamengo

14h

18h

21/2/2012

Desculpa para beber

Botafogo

17h

22h

21/2/2012

É tudo ou nada?!

Botafogo

15h

19h

21/2/2012

Só pra ver no que vai dar

Botafogo

17h

21h

21/2/2012

Bloco ASPA

Catete

18h

21h

21/2/2012

Largo do machado, mas não largo do copo

Catete

16h

22h

21/2/2012

Banda Atlântica

Copacabana

18h

22h

21/2/2012

Banda Braguinha

Copacabana

17h

20h

21/2/2012

Banda da Bolívar

Copacabana

18h

22h

21/2/2012

Banda da Santa Clara

Copacabana

18h

22h

21/2/2012

Banda do Peru Pelado

Copacabana

19h

22h

21/2/2012

Banda Sá Ferreira

Copacabana

18h

sexta 10 fevereiro 2012 18:25 , em Agenda Cultural


Ações contra escravidão libertaram 2 mil pessoas em 2011

por Secom em 24/01/2012 19:48hs

Fiscais do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) resgataram 2.271 trabalhadores encontrados em condições análogas à escravidão em 2011. As empresas flagradas como exploradoras dessa mão de obra foram obrigadas a pagar R$ 5,4 milhões em rescisões trabalhistas. A fiscalização fez 158 operações de combate à escravidão em 320 estabelecimentos rurais e urbanos. No ano passado, foram lavrados 4.205 autos de infração e emitidas 2.139 Guias do Seguro-Desemprego do Trabalhador Resgatado e 339 Carteiras de Trabalho e Previdência Social.

Desde 1995, 41.451 trabalhadores foram resgatados, o que resultou no pagamento de indenizações em torno de R$ 67,7 milhões. Além disso, 3.165 estabelecimentos foram inspecionados, com 35.788 autos de infração lavrados.

Fonte: "em questão"

Comentário: é uma vergonha ainda no século XXI existir exploração dessa forma. Pelo menos existem pessoas preocupadas em acabar com essa situação. Que os trabalhadores libertos tenham liberdade plena com educação e cidadania garantida.

sexta 27 janeiro 2012 15:51 , em Geral


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